vida boa

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

O Fluminense

São Gonçalo tem mais de mil casos de Zika notificados

Dos casos notificados na cidade 64 são de gestantes


O Aedes aegypti tem sido o vilão dos últimos anos no Rio de Janeiro
Divulgação

Dados da secretaria de Saúde de São Gonçalo apontam que de janeiro a dezembro de 2015, foram notificados 2.420 casos de dengue na cidade. Até o início desta semana, 1.021 pessoas tinham sido notificadas com Zika, destas, 64 são gestantes. Os bairros de São Gonçalo com maior incidência da doença são Itaúna, Trindade, Almerinda e Jardim Catarina.

O combate ao mosquito aedes aegypti, transmissor também de doenças como dengue, e a chikungunya, voltou a ser intensificado em todo município de São Gonçalo. Nesta quinta-feira (7), agentes de endemias da Vigilância Ambiental estiveram no bairro Boaçu, onde realizaram visitas domiciliares com trabalho focado em locais com água parada e trabalho de pulverização com carro fumacê para o bloqueio químico do mosquito aedes aegypti.

Morador do bairro há 55 anos, o aposentado Manuel Nunes Ribeiro, 84, procura focos do mosquito uma vez por semana em seu quintal. Segundo ele, ninguém de sua família teve doenças causadas pela picada do mosquito.

“O cuidado começa em casa. Se você se previne não precisa remediar depois”, explica.

De acordo com o coordenador de vetores, Adauto Galvão, as ações visam o quantitativo de notificações de dengue no bairro e os profissionais eliminam criadouros para interromper o ciclo de vida do mosquito.

O verão é a estação do ano mais propícia para a reprodução do mosquito aedes aegypti. Este aumento se deve ao tempo quente aliado as chuvas de verão, época considerada ideal para o desenvolvimento das larvas e a proliferação do mosquito, que demora cerca de nove dias para se tornar adulto.

O disque-dengue municipal funciona na Ouvidoria da secretaria de Saúde no número 0800 022 6806

terça-feira, 12 de abril de 2016

12/04/2016 18h26 - Atualizado em 12/04/2016 18h26

RN registra 81 mortes por dengue em 2016, diz Secretaria de Saúde

Boletim de dengue, zika e chikungunya foi divulgado nesta terça-feira (12).
Ao todo, 31.397 casos suspeitos de dengue foram notificados pela Sesap.


Vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti (Foto: Divulgação/Pixabay)Dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (Foto: Divulgação/Pixabay)
O Rio Grande do Norte já confirmou 81 mortes por dengue em 2016. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), o número é muito superior ao registrado em 2015, quando apenas 13 mortes por dengue foram confirmadas.
 

Segundo os dados da Sesap, 31.397 casos suspeitos de dengue já foram notificados em 2016. O valor corresponde a 1.098,37 casos/100 mil habitantes. Em 2016, o número de casos registrados por 100 mil habitantes era de 477,49.
Apesar do maior número de notificações neste ano, a Sesap acusou um número maior de casos confirmados de dengue em 2015. No ano passado, 3.070 casos foram confirmados até este mesmo período do ano, enquanto em 2015, 1.918 casos foram confirmados. No entanto, segundo a própria Sesap, apenas 6,1% dos casos confirmados em 2016 foram confirmados.
Até o momento, 88 municípios potiguares já apresentam uma alta incidência acumulada de dengue - com mais de 300 casos da doença por 100.000 habitantes. Natal, com 5.648 notificações, Guamaré (2.405), Parelhas (1.335) e Currais Novos com 1.333 lideram o ranking de notificações.
Zika e chikungunya
Ao todo, 2.240 casos suspeitos de chikungunya e 1.534 de zika foram notificados no estado em 2016. No ano passado inteiro, 4.352 casos suspeitos de chikungunya e 329 de zika foram registrados.
Com relação aos casos do chikungunya, 195 casos foram confirmados até o momento, sendo a área mais atingida a região Metropolitana de Natal. Enquanto isso, em relação a zika, 76 apenas 3 casos foram confirmados. Do total de casos suspeitos, Natal é responsável por 1029 (67%) dos casos, seguido por Mossoró com 94 (6%)
.

O vírus zika foi achado no pernilongo comum. Entenda a gravidade da descoberta

A pesquisadora Constância Ayres descobriu que o vírus zika sobrevive em mosquitos Culex. Ele é mais comum que o Aedes aegypti e talvez possa transmitir o vírus

RAFAEL CISCATI COM ANA HELENA RODRIGUES
03/03/2016 - 17h58 - Atualizado 03/03/2016 21h14
A pesquisadora Constância Ayres, do departamento de entomologia da Fundação Oswaldo Cruz, em Pernambuco, passou os últimos três meses alimentando pernilongos. Constância serviu sangue contaminado pelo vírus zika a 200 mosquitos do gênero Culex, o pernilongo comum, de aparência meio amarronzada, que as pessoas em algumas regiões do país chamam de muriçoca. A cientista tinha uma suspeita: talvez o Culex fosse capaz de acomodar o vírus em seu organismo, tal qual o Aedes aegypti, seu vetor tradicional. E, talvez, fosse capaz também de transmiti-lo. “Assumir que o vetor principal da zika é o Aedes aegypti, em áreas em que outras espécies de mosquito coexistem, é ingenuidade”, escreveu Constância no começo de fevereiro, em um artigo publicado na revista The Lancet Infectious Deseases, uma das principais do gênero em todo o mundo. “Esse erro pode ser catastrófico se outras espécies de mosquito tiverem também papel importante na transmissão do vírus da zika”.

>>Pesquisa mostra que vírus da zika pode sobreviver em pernilongo comum

Na tarde de quarta-feira (2), Constância anunciou os resultados preliminares de sua pesquisa. Descobriu que o vírus consegue sobreviver no estômago dos mosquitos e, de lá, migrar para as glândulas salivares dos bichos. Essa movimentação do vírus é importante – uma vez nas glândulas salivares, o parasita pode ser transmitido para outros animais e pessoas, por meio da picada da fêmea do mosquito.

>>O Aedes aegypti se adaptou e virou um bicho doméstico, diz cientista da Fiocruz

Esse conhecimento é valioso. O que ele muda?
 
A situação fica mais séria?
Ainda não dá para saber. A pesquisa de Constância ainda não conseguiu determinar se o Culex transmite zika quando solto na natureza. Por ora, sabe-se apenas que o vírus sobrevive no organismo do mosquito, o que torna o inseto um vetor em potencial.  Se a possibilidade de transmissão for confirmada, teremos mais um enorme motivo de preocupação. A população de Culex é muito maior que a de Aedes aegypti. Estima-se que, em zonas urbanas, haja 20 vezes mais Culex do que Aedes. O Culex também é menos exigente: o Aedes aegypti prefere água limpa, com um pouco de material orgânico para se reproduzir. O Culex põe ovos em água suja, de esgoto, fácil de encontrar em grandes cidades.

>>“A luta contra o ebola dá lições a usar contra o zika”, diz cientista Ira Longini
Por que os cientistas investigam o Culex?
Os cientistas já sabiam que o Culex transmite vírus semelhantes ao zika. O Culex é vetor para o vírus do Nilo ocidental – um parasita que, em alguns casos, provoca inflamações no sistema nervoso central. O Culex é comum em regiões tropicais do globo – naquelas mesmas em que o vírus zika já era conhecido, antes de chegar ao Brasil. Mesmo assim, segundo Constância, a possibilidade de o Culex servir de vetor para o zika foi ignorada pelos cientistas ao longo da história. Em 2011, uma pesquisa conduzida por um grupo de cientistas do Senagal e da Guiana Francesa isolou material genético do zika a partir de amostras de mosquitos de diferentes espécies. Entre esses mosquitos, havia espécimes de Culex perfuscus, um tipo de mosquito que ocorre em florestas africanas. A pesquisa do grupo não bastava para afirmar, sem dúvida, que o Culex tem capacidade de transmitir zika. “A simples detecção de um vírus numa amostra de mosquito não o torna um vetor” escreveu Constância. “É importante provar em laboratório que o organismo é capaz de adquirir o patógeno, mantê-lo e transmiti-lo a outros hospedeiros”. Em condições de laboratório, Constância mostrou que o Culex é capaz de adquirir e manter o vírus em seu interior. Ele tem “competência vetorial” – pode servir como um meio de transmissão do vírus.

>>Como "editar" o DNA de um Aedes aegypti
O que falta para afirmar que o Culex  é um vetor do zika?
A equipe da Fiocruz precisa encontrar mosquitos na natureza que apresentem o vírus em suas glândulas salivares. É possível que, na natureza, o processo não seja o mesmo que em laboratório. Constância agora coleta mosquitos Culex nas casas onde houve casos de pessoas contaminadas pelo zika. “Tendo realizada uma grande quantidade de amostras, poderemos ter uma ideia se o Aedes é o vetor exclusivo, se existem outros vetores e qual a importância de cada um no papel da transmissão”, afirmou a pesquisadora ao G1. Esse processo deve demorar entre seis e oito meses.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

não mate os sapinhos


AS rãs e os sapinhos  tambem vem contribuindo para a eliminação do mosquito da dengue
cuide desse anfíbio como se fosse membro de sua família ,afinal ELE esta cooperando para 
sua SAÚDE.
olha essa coisinha acima que coisa mais fofinha;
UM BEIJO a mãe natureza...

ZIKA


ZIKA VIRUS.

O Zika virus (ZIKAV) é um RNA vírus, do gênero Flavivírus, família Flaviviridae. Até o momento, são conhecidas e descritas duas linhagens do vírus: uma Africana e outra Asiática.
O principal modo de transmissão descrito do vírus é por vetores. No entanto, está descrito na literatura científica, a ocorrência de transmissão ocupacional em laboratório de pesquisa, perinatal e sexual, além da possibilidade de transmissão transfusional.
A febre por vírus Zika é descrita como uma doença febril aguda, autolimitada, com duração de 3-7 dias, geralmente sem complicações graves e não há registro de mortes. A taxa de hospitalização é potencialmente baixa.
Segundo a literatura, mais de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas, porém quando presentes a doença se caracteriza pelo surgimento do exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia e dor de cabeça e menos frequentemente, edema, dor de garganta, tosse, vômitos e haematospermia.. No entanto, a artralgia pode persistir por aproximadamente um mês.
Recentemente, foi observada uma possível correlação entre a infecção ZIKAV e a ocorrência de síndrome de Guillain-Barré (SGB) em locais com circulação simultânea do vírus da dengue, porém não confirmada a correlação.
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Alerta: Chikungunya

MICROCEFALIA

O que pode causar microcefalia?

As causas da microcefalia podem incluir doenças genéticas ou infecciosas, exposição a substâncias tóxicas ou desnutrição. Algumas situações que podem provocar microcefalia podem ser:
  • Infecções como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose;
  • Zika durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre de gestação. Vejacomo o Zika pode causar microcefalia.
  • Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez;
  • Síndrome de Rett;
  • Envenenamento por mercúrio ou cobre;
  • Meningite;
  • Desnutrição;
  • HIV materno;
  • Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria;
  • Exposição à radiação durante a gestação;
  • Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez.
Acredita-se que infecções como dengue e febre chikungunya durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia.
A microcefalia também pode ser genética e acontece em crianças que possuem outras doenças como Síndrome de West, Síndrome de Down e Síndrome de Edwards, por exemplo. Por isso, a criança com microcefalia que também possui uma outra síndrome pode ter outras características físicas, incapacidades e ainda mais complicações do que as crianças que possuem somente microcefalia.

Diagnóstico da microcefalia

O diagnóstico da microcefalia pode ser feito durante a gestação, com os exames do pré-natal, como o ultrassom por exemplo, e pode ser confirmado logo após o parto através da medição do tamanho da cabeça do bebê. Saiba mais sobre quando deve realizar o ultrassom durante a gravidez clicando aqui
Além disso, exames como tomografia computadorizada ou ressonância magnética cerebral também ajudam a medir a gravidade da microcefalia e quais serão suas possíveis consequências para o desenvolvimento do bebê.

Microcefalia tem cura?

A microcefalia não tem cura porque o fator que impede o desenvolvimento cerebral, que é a união precoce dos ossos que forma o crânio, não pode ser retirado. Se esta união precoce dos ossos acontecer ainda durante a gestação, as consequências podem ser mais graves porque o cérebro pouco se desenvolve, mas existem casos em que a união destes ossos ocorre no final da gestação ou após o nascimento, e neste caso a criança pode ter consequências menos graves.

Tratamento para microcefalia

O tratamento da microcefalia não cura a doença, porém ajuda a reduzir as consequências no desenvolvimento mental da criança.
Uma das possibilidade de tratamento é fazer uma cirurgia para separar ligeiramente os ossos do crânio, nos 2 primeiros meses de vida, para evitar a compressão do cérebro que impede seu crescimento. Quando além da microcefalia a criança possui hidrocefalia, que é a presença de líquido dentro do cérebro, também existe a possibilidade de colocar um dreno para controlar esse líquido. Entenda o que é hidrocefalia.
Além disso, pode ser necessário usar medicamentos que ajudam o dia a dia da criança, que atuam diminuindo os espasmos musculares e melhoram a tensão dos músculos. A fisioterapia é indicada e pode ajudar no desenvolvimento físico e mental e por isso quanto mais estímulo dentro da fisioterapia a criança tiver, melhores serão os resultados. Assim, é recomendado fazer o maior número de sessões de fisioterapia por semana.
O médico que acompanha os portadores de microcefalia são o pediatra e o neurologista, mas outros profissionais da saúde também são necessários como psicólogo, dentista, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo.
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FEBRE DA DENGUE

Características clínicas da febre da dengue.
A febre da dengue é uma enfermidade viral aguda que pode ser diferenciada por:
1. Febre, de início súbito; 
2. Dor atrás do olho (retro-ocular) e forte dor de cabeça (cefaléia) às vezes muito intensa. 
3. Dores nos músculos (mialgias) e nas juntas (artralgias) que podem ser relatadas como muito intensas. 
4. Vômitos de difícil controle e/ou náuseas ; 
5. Erupção cutânea (exantema) que pode surgir em diferentes momentos da doença, tem aspecto variável, desde predominância de petéquias (pontos de sangue) até somente eritematosa (avermelhada). Em pessoas de pele mais clara se notam mais as petéquias e o eritema, nas de pele mais escura chama atenção o aspecto maculopapular (manchas com alguma elevação) . 
Manifestações hemorrágicas da dengue.
Até 33% dos infectados podem desenvolver manifestações hemorrágicas. Estas hemorragias como regra são de mínima gravidade. São mais características as seguintes: 

1. Hemorragias cutáneas: petequia,púrpura,equimose,
2. Gengivorragia,(sangramento gengival). 
3. Sangramento nasal (epistaxe) 
4. Sangramento gastrointestinal: hematemesis (vômito com sangue); melena (evacuação de sangue digerido, fezes pretas) e hematoquezia ( sangue misturado com fezes)
5. Hematúria (sangue na urina)
6. Aumento do fluxo menstrual.

Estas hemorragias variam largamente desde leves até intensas e graves podendo desencadear choque por perda de sangue.
Os critérios
Critérios para definição clínica de Dengue Hemorrágica-DH- Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A- História recente de doença febril aguda ou atual.
B- Hemorragias na doença atual.
C- Contagem baixa de plaquetas (plaquetopenia) número inferior a 100.000/mm3 
D- Evidência objetiva de aumento da permeabilidade capilar: 

* hematócrito elevado (20% a mais do usual) 
* baixa da albumina do sangue (albuminemia baixa)
* baixa da proteína do sangue ( proteinemia baixa)
* derrame pleural ou outras efusões (derrames)
A diferença básica entre a febre da Dengue Dengue Clássica e a Dengue Hemorrágica é o extravasamento de plasma na DH, podendo-se induzir que a correção efetiva da desidratação pode ser a diferença entre a vida e a morte.
Conceituação da síndrome do choque da dengue
São exigidos:
Presença dos critérios de dengue hemorrágica

Insuficiência circulatória manifestada pelos sintomas seguintes:

* Pulso fraco (amplitude diminuída)
* Aumento da freqüência cardíaca
* Diminuição da pressão do sangue em relação à idade referida, redução das diferenças da tensão entre pressão Máxima e Mínima igual ou menor a 20 mm Hg.
* Modificação do estado mental, pele úmida e fria