ZIKA ZIKA ! Hoje vou falar desse mosquito miserável que vem espalhando o terror por ai,o desgraçado desse mosquito vem tirando a paz da nossa humanidade trazendo doenças com nomes estrangeiros para dificultar a descoberta pelos nossos cientistas! ex: chikungunya. Os bebês estão sendo os mais prejudicados, devido a microcefalia, sendo escravos de tratamento do SUS.
vida boa
https://youtu.be/qjt7LTzp5UI
quarta-feira, 6 de abril de 2016
MICROCEFALIA
O que pode causar microcefalia?
As causas da microcefalia podem incluir doenças genéticas ou infecciosas, exposição a substâncias tóxicas ou desnutrição. Algumas situações que podem provocar microcefalia podem ser:
- Infecções como rubéola, citomegalovírus e toxoplasmose;
- Zika durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre de gestação. Vejacomo o Zika pode causar microcefalia.
- Consumo de cigarro, álcool ou drogas como cocaína e heroína durante a gravidez;
- Síndrome de Rett;
- Envenenamento por mercúrio ou cobre;
- Meningite;
- Desnutrição;
- HIV materno;
- Doenças metabólicas na mãe como fenilcetonúria;
- Exposição à radiação durante a gestação;
- Uso de medicamentos contra epilepsia, hepatite ou câncer, nos primeiros 3 meses de gravidez.
Acredita-se que infecções como dengue e febre chikungunya durante a gestação também estejam ligadas à microcefalia.
A microcefalia também pode ser genética e acontece em crianças que possuem outras doenças como Síndrome de West, Síndrome de Down e Síndrome de Edwards, por exemplo. Por isso, a criança com microcefalia que também possui uma outra síndrome pode ter outras características físicas, incapacidades e ainda mais complicações do que as crianças que possuem somente microcefalia.
Diagnóstico da microcefalia
O diagnóstico da microcefalia pode ser feito durante a gestação, com os exames do pré-natal, como o ultrassom por exemplo, e pode ser confirmado logo após o parto através da medição do tamanho da cabeça do bebê. Saiba mais sobre quando deve realizar o ultrassom durante a gravidez clicando aqui.
Além disso, exames como tomografia computadorizada ou ressonância magnética cerebral também ajudam a medir a gravidade da microcefalia e quais serão suas possíveis consequências para o desenvolvimento do bebê.
Microcefalia tem cura?
A microcefalia não tem cura porque o fator que impede o desenvolvimento cerebral , que é a união precoce dos ossos que forma o crânio, não pode ser retirado. Se esta união precoce dos ossos acontecer ainda durante a gestação, as consequências podem ser mais graves porque o cérebro pouco se desenvolve, mas existem casos em que a união destes ossos ocorre no final da gestação ou após o nascimento, e neste caso a criança pode ter consequências menos graves.
Tratamento para microcefalia
O tratamento da microcefalia não cura a doença, porém ajuda a reduzir as consequências no desenvolvimento mental da criança.
Uma das possibilidade de tratamento é fazer uma cirurgia para separar ligeiramente os ossos do crânio, nos 2 primeiros meses de vida, para evitar a compressão do cérebro que impede seu crescimento. Quando além da microcefalia a criança possui hidrocefalia, que é a presença de líquido dentro do cérebro, também existe a possibilidade de colocar um dreno para controlar esse líquido. Entenda o que é hidrocefalia.
Além disso, pode ser necessário usar medicamentos que ajudam o dia a dia da criança, que atuam diminuindo os espasmos musculares e melhoram a tensão dos músculos. A fisioterapia é indicada e pode ajudar no desenvolvimento físico e mental e por isso quanto mais estímulo dentro da fisioterapia a criança tiver, melhores serão os resultados. Assim, é recomendado fazer o maior número de sessões de fisioterapia por semana.
O médico que acompanha os portadores de microcefalia são o pediatra e o neurologista, mas outros profissionais da saúde também são necessários como psicólogo, dentista, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo.
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FEBRE DA DENGUE
Características clínicas da febre da dengue.
A febre da dengue é uma enfermidade viral aguda que pode ser diferenciada por:
1. Febre, de início súbito;
2. Dor atrás do olho (retro-ocular) e forte dor de cabeça (cefaléia) às vezes muito intensa.
3. Dores nos músculos (mialgias) e nas juntas (artralgias) que podem ser relatadas como muito intensas.
4. Vômitos de difícil controle e/ou náuseas ;
5. Erupção cutânea (exantema) que pode surgir em diferentes momentos da doença, tem aspecto variável, desde predominância de petéquias (pontos de sangue) até somente eritematosa (avermelhada). Em pessoas de pele mais clara se notam mais as petéquias e o eritema, nas de pele mais escura chama atenção o aspecto maculopapular (manchas com alguma elevação) .
2. Dor atrás do olho (retro-ocular) e forte dor de cabeça (cefaléia) às vezes muito intensa.
3. Dores nos músculos (mialgias) e nas juntas (artralgias) que podem ser relatadas como muito intensas.
4. Vômitos de difícil controle e/ou náuseas ;
5. Erupção cutânea (exantema) que pode surgir em diferentes momentos da doença, tem aspecto variável, desde predominância de petéquias (pontos de sangue) até somente eritematosa (avermelhada). Em pessoas de pele mais clara se notam mais as petéquias e o eritema, nas de pele mais escura chama atenção o aspecto maculopapular (manchas com alguma elevação) .
Manifestações hemorrágicas da dengue.
Até 33% dos infectados podem desenvolver manifestações hemorrágicas. Estas hemorragias como regra são de mínima gravidade. São mais características as seguintes:
1. Hemorragias cutáneas: petequia,púrpura,equimose,
2. Gengivorragia,(sangramento gengival).
3. Sangramento nasal (epistaxe)
4. Sangramento gastrointestinal: hematemesis (vômito com sangue); melena (evacuação de sangue digerido, fezes pretas) e hematoquezia ( sangue misturado com fezes)
5. Hematúria (sangue na urina)
6. Aumento do fluxo menstrual.
Estas hemorragias variam largamente desde leves até intensas e graves podendo desencadear choque por perda de sangue.
1. Hemorragias cutáneas: petequia,púrpura,equimose,
2. Gengivorragia,(sangramento gengival).
3. Sangramento nasal (epistaxe)
4. Sangramento gastrointestinal: hematemesis (vômito com sangue); melena (evacuação de sangue digerido, fezes pretas) e hematoquezia ( sangue misturado com fezes)
5. Hematúria (sangue na urina)
6. Aumento do fluxo menstrual.
Estas hemorragias variam largamente desde leves até intensas e graves podendo desencadear choque por perda de sangue.
Os critérios
Critérios para definição clínica de Dengue Hemorrágica-DH- Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A- História recente de doença febril aguda ou atual.
B- Hemorragias na doença atual.
C- Contagem baixa de plaquetas (plaquetopenia) número inferior a 100.000/mm3
D- Evidência objetiva de aumento da permeabilidade capilar:
* hematócrito elevado (20% a mais do usual)
* baixa da albumina do sangue (albuminemia baixa)
* baixa da proteína do sangue ( proteinemia baixa)
* derrame pleural ou outras efusões (derrames)
B- Hemorragias na doença atual.
C- Contagem baixa de plaquetas (plaquetopenia) número inferior a 100.000/mm3
D- Evidência objetiva de aumento da permeabilidade capilar:
* hematócrito elevado (20% a mais do usual)
* baixa da albumina do sangue (albuminemia baixa)
* baixa da proteína do sangue ( proteinemia baixa)
* derrame pleural ou outras efusões (derrames)
A diferença básica entre a febre da Dengue Dengue Clássica e a Dengue Hemorrágica é o extravasamento de plasma na DH, podendo-se induzir que a correção efetiva da desidratação pode ser a diferença entre a vida e a morte.
Conceituação da síndrome do choque da dengue
São exigidos:
Presença dos critérios de dengue hemorrágica
Insuficiência circulatória manifestada pelos sintomas seguintes:
* Pulso fraco (amplitude diminuída)
* Aumento da freqüência cardíaca
* Diminuição da pressão do sangue em relação à idade referida, redução das diferenças da tensão entre pressão Máxima e Mínima igual ou menor a 20 mm Hg.
* Modificação do estado mental, pele úmida e fria
Insuficiência circulatória manifestada pelos sintomas seguintes:
* Pulso fraco (amplitude diminuída)
* Aumento da freqüência cardíaca
* Diminuição da pressão do sangue em relação à idade referida, redução das diferenças da tensão entre pressão Máxima e Mínima igual ou menor a 20 mm Hg.
* Modificação do estado mental, pele úmida e fria
DENGUE
DENGUE

O que é?
A Dengue é uma doença infecciosa (é uma virose). Tem como etiologia (causa) qualquer uma das quatro variedades (sorotipos), do vírus da dengue. Os sorotipos (variedades) são identificadas pelas siglas DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Trata-se de um arbovírus (vírus da família do vírus da febre amarela) que só pode ser transmitido ao homem por um vetor (transmissor) um artrópodo hematófago (animal que tem os membros articulados e alimenta-se com sangue - o mosquito Aedes aegypti). Não há transmissão homem-homem, sem a ação do vetor.
Cada um dos virus pode causar enfermidade grave e mortal. Cada sorotipo proporciona imunidade (defesa organizada) específica para toda a vida. A imunidade cruzada (de um para o outro sorotipo) é de curta duração (meses), como são quatro variedades, uma pessoa pode ter dengue quatro vezes. Dentro de um mesmo sorotipo parece existir capacidade variável de disseminar uma epidemia com diferentes níveis de gravidade.
Como se manifesta?
Existem quatro síndromes clínicas da dengue:
1. Febre indiferenciada;
2. Febre de dengue (Dengue Clássica);
3. Dengue hemorrágica, o DH;
4. Síndrome do choque da dengue.
2. Febre de dengue (Dengue Clássica);
3. Dengue hemorrágica, o DH;
4. Síndrome do choque da dengue.
zika vírus
Zika vírus é capaz de atravessar placenta
O Instituto Carlos Chagas, da Fiocruz Paraná, confirmou que o vírus zika é capaz de atravessar a placenta durante a gestação. A análise foi feita a partir de amostras de uma paciente do Nordeste que sofreu um aborto retido –quando o feto deixa de se desenvolver dentro do útero– durante o primeiro trimestre de gravidez.
É a primeira vez que se identifica material genético de um vírus no tecido da placenta. O achado confirma a transmissão do vírus via placenta, segundo os pesquisadores.
Mais exames, mais diagnóstico
O Ministério da Saúde afirmou que ampliará em 20 vezes a capacidade dos laboratórios públicos para a realização de exames para o diagnóstico do zika virus, com a aquisição de 500 mil kits de teste de PCR (biologia molecular). Com isso, os laboratórios terão capacidade para fazer até 20 mil diagnósticos mensais. Hoje, eles conseguem fazer até mil.
As primeiras 250 mil unidades serão entregues em fevereiro inicialmente para 27 laboratórios, sendo quatro de referência e 23 Laboratórios Centrais de Saúde Pública. A previsão é que os outros 250 mil testes estejam disponíveis a partir do segundo semestre.
Na semana passada, a Fiocruz anunciou a criação de um kit rápido capaz de diagnosticar o zika vírus, a dengue e a chikungunya, que ainda está em fase de testes e também deve ser usado pelo Ministério da Saúde para diagnóstico das três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
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